A transição energética está reconfigurando a economia global e o mercado brasileiro de combustíveis. Com o setor vivendo os impactos diretos da Lei do Combustível do Futuro (Lei nº 14.993/2024) e acompanhando de perto as tensas negociações em torno da mistura B16,ainda não implementada após o prazo original de março de 2026, a inserção de renováveis exige adaptação imediata. Este artigo explora o que é a transição energética, seu histórico global, o protagonismo do Brasil com os biocombustíveis e, sobretudo, os desafios operacionais e regulatórios concretos para Distribuidoras, TRRs, postos de combustíveis e armazenadoras. Você entenderá os impactos logísticos da nova matriz multi-energia, desde o controle de qualidade em tancagem até a rigorosa conformidade fiscal exigida pela ANP (SCANC/SIMP).