Em setembro de 2016, Sérgio Longen da Fiems – Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso do Sul – em evento que reunia os maiores representantes do setor no Estado e aconteceu no Palácio do Planalto, pediu pessoalmente ao Presidente da República Michel Temer a suspensão da exigência do Bloco K, mudança implementada pelo SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) que obriga as indústrias a prestar contas sobre os insumos e produtos que possui em estoque, e tudo que for relacionado à produção.

A resposta à petição foi a prorrogação, mas sem nenhuma simplificação no documento por parte do governo: as empresas com faturamento até R$78MI devem começar a aderir a partir de 2019, conforme estipulação do CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas).

A maior parte das indústrias, portanto, inicia a adesão ao Bloco K no ano que vem e, se a sua empresa for uma dessas, certamente, a apreensão está fazendo parte dessa expectativa.

Isso é normal, porque o assunto, além de complexo é polêmico: muitos têm questionado se essa cobrança não acaba expondo o segredo do sucesso de cada indústria, uma vez que exige o detalhamento escriturado de cada ordem de produção. Será que a Receita Federal vai descobrir a fórmula da Coca-Cola?

O SPED garante sigilo total, mas isso também não diminui a complexidade do caso, porque através do Bloco K, a enorme quantidade de informações exigidas fica disponível ao acesso da Receita em tempo real, o que significa que todas devem estar sempre atualizadas, pois o intuito é identificar qualquer vestígio de sonegação.

Como você sabe, tudo que acontece numa indústria provoca alteração no estoque, então, é claro que o registro das suas movimentações será uma tarefa exaustiva e sujeita a vários erros. E com tanto rigor, fica fácil se perder em pormenores e ser mal interpretado pelo fisco.

Por exemplo, quando um mesmo produto tem versões com diferentes aspectos e classificações, conforme negociações com o cliente ou características físicas de material, deve-se ter o cuidado de discriminar cada distinção nos cadastros, porque nesses casos, o mesmo produto pode gerar receitas diferentes. Por isso, é necessário destreza ao lançar todos esses produtos e suas ordens de produção no Bloco K, pois ao mesmo passo que todas as versões devem ter um código de referência para serem vinculadas no cadastro, cada uma das suas especificações precisa ser devidamente registrada.

Complicado? Não é à toa que as indústrias se uniram na tentativa de abrandar essas novas incumbências fiscais.

São muitos dados, e para cruzar todos eficientemente, o intrincado layout do Bloco K não deixa espaço para erros ou omissões. Uma documentação inteira pode emperrar por causa de um campo em branco ou inconsistente. Por isso, muitos gestores estão recorrendo a empresas especializadas no fisco para realizar esse gerenciamento. Mas indústrias deveriam concentrar seus investimentos na produção, não é mesmo?

Focar na gestão para que todas as sequências produtivas sejam corretamente registradas é o caminho ideal para se adequar à legislação sem precisar delegar o trabalho a terceiros.

É totalmente viável. Como fazer?

O Ebook a seguir ensina como atender a todas as exigências do Bloco K sem se preocupar mais.

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