Termo relativamente novo nos negócios é baseado em processos para testar soluções úteis e inovadoras
Produtos inovadores, cases de sucesso e uma nova geração de empreendedores aplicando inovação para solucionar problemas do cotidiano. Desde que as startups se espalharam pelo país, mais do que criar produtos e serviços, contribuíram para disseminar uma nova cultura, onde é possível crescer a partir de ideias simples baseadas em experimentação. Uma cultura que tem nome e sobrenome: growth hacking.
Marcos Pâncaro, CEO da Frantic Digital, trouxe um pouco da história por trás do termo. Criado por Sean Ellis, em 2010, o growth hacking preencheu uma lacuna no ecossistema de inovação, dando nome aos processos de experimentação utilizados nas startups. E passa longe do tradicional ‘tentativa e erro’, explicou Pâncaro: “não significa que a empresa deve executar qualquer ideia, significa que ela tem que criar processos para testá-la”. Para isso, é preciso mudar toda a cultura de negócio, montar um time especialista em crescimento e estar aberto ao novo. “Quando a empresa inteira está envolvida com growth hacking, automaticamente cria um olhar mais apurado sobre seus produtos e o público que deseja atingir”, destacou.
O primeiro passo para implantar a experimentação em um negócio, de acordo com Pâncaro, é o mais simples – e muitas vezes o mais difícil: olhar para o cliente. “Qual é a ‘dor’ que o seu produto vai sanar? A resposta a essa pergunta é fundamental para começar qualquer processo inovador”.
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