VIASOFT integra a jornada do cliente e nomeia Wilson Bento diretor de operações
A VIASOFT reúne implantação, suporte, serviços, sucesso do cliente e Cloud sob a Diretoria de Operações, liderada por Wilson Bento desde setembro de 2026.
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A VIASOFT colocou sob a mesma liderança as etapas em que o cliente mais convive com o fornecedor de software. Desde setembro de 2026, Wilson Bento é o diretor de operações da VIASOFT e responde pela implantação, pelo suporte, pelos serviços, pelo sucesso do cliente e pelo Cloud. Essa estrutura atende as soluções de ERP, BI e CRM da empresa, como o VIASOFT Construshow, o VIASOFT Petroshow, o VIASOFT Agrotitan, o VIASOFT Filt, o VIASOFT Viasuper, o VIASOFT CRM e o VIASOFT Analytics.
Na prática, a mudança reúne numa só diretoria tudo o que acontece entre a decisão de contratar um sistema e o uso dele no dia a dia da empresa. “O objetivo é olhar para a jornada do cliente de forma integrada: desde a preparação e a entrada em operação até o atendimento, a evolução do uso e a geração de valor no dia a dia”, afirma Wilson.
Wilson chegou à VIASOFT em março de 2026 para liderar a operação do Construshow. Na vertical de materiais de construção, Gilson Tomassão, gerente de Produto, passa a responder também pelas operações, o que coloca produto e operação sob a mesma liderança. Gilson conhece a solução em profundidade e tem longa experiência no varejo do setor.
Do lado do cliente para a direção da operação
Wilson Bento tem mais de 12 anos de atuação em tecnologia e gestão. É graduado em Sistemas de Informação, com MBA em Data Science & Analytics e pós-graduação em Inteligência Artificial. Antes da VIASOFT, passou quase nove anos numa grande rede nacional de materiais de construção, onde participou do planejamento estratégico e da estruturação tecnológica da empresa. Nesse trabalho, liderou integração de sistemas, automação de processos e a criação de centenas de dashboards que aproximaram os dados das decisões executivas. Segundo ele, nesse período a rede saiu de um faturamento anual na casa dos R$ 20 milhões para mais de R$ 1 bilhão, com uso intenso das soluções VIASOFT em diferentes áreas.
Esse trabalho foi reconhecido pela própria VIASOFT quando Wilson ainda estava do lado do cliente. Ele foi premiado duas vezes no Prêmio VIASOFT Profissionais do Ano, que destaca profissionais de empresas clientes: em 2023, na categoria Inovação, numa edição com 130 finalistas, e em 2025, no Encontro de Profissionais. Sua atuação também contribuiu para a conquista do prêmio Empresa Inovadora pela rede em que trabalhava.
Wilson participa ainda de comunidades de tecnologia e inovação, como embaixador do HOK Club e especialista em inteligência artificial do Instituto Synapse. O instituto coorganizou o hub de Curitiba do Exercício Guardião Cibernético 8.0, conduzido pelo Exército Brasileiro, que em setembro reuniu cerca de 1.300 participantes de 300 organizações para simular ataques contra serviços essenciais. Wilson integrou a equipe da VIASOFT no exercício.
“Eu conheço o impacto que um ERP tem na rotina de uma empresa porque já estive do lado de quem depende dele para vender, comprar, controlar estoque e atender clientes. Por isso, sei que implantação, treinamento, suporte e qualquer mudança no sistema precisam considerar a realidade de quem usa a solução e a continuidade do negócio”, afirma Wilson.

As prioridades das operações da VIASOFT
Nos próximos meses, a Diretoria de Operações concentra esforços em três frentes. No Cloud, o trabalho envolve o monitoramento dos ambientes, a gestão de incidentes e mudanças e as automações, com a meta de fortalecer disponibilidade, desempenho, segurança e previsibilidade. Na implantação, a VIASOFT evolui a forma de conduzir a entrada em operação dos seus ERPs, com planejamento claro, acompanhamento próximo e validação com o cliente. Segundo Wilson, uma ferramenta própria já reduz atividades que levavam horas para poucos minutos.
No suporte, a referência é o ITIL, conjunto de boas práticas de gestão de serviços de TI mantido pela Axelos, que orienta a evolução dos níveis de serviço e dos indicadores de atendimento. A análise de causa raiz entra para reduzir a recorrência de problemas, e a gestão do conhecimento segue o KCS, metodologia em que o conhecimento do suporte é registrado e reaproveitado a cada atendimento.
“O objetivo é liberar tempo para que nossos profissionais entendam a operação do cliente e ajudem a aplicar boas práticas de gestão, e não somente implantar os nossos sistemas”, diz Wilson.
A operação também precisa respeitar a rotina de cada setor atendido pela empresa, de combustíveis a materiais de construção e agronegócio. “Não se lidera uma operação de combustíveis como se fosse uma operação de construção ou de agro. Para atender bem, é preciso ouvir quem conhece cada setor e respeitar as particularidades de cada cliente”, afirma. Por isso, a diretoria combina fundamentos comuns, como implantação bem planejada, suporte preparado e gestão de mudanças, com especialistas que conhecem a fundo cada vertical.

Atualizações seguras num ano de transição tributária
O cuidado com cada atualização do sistema ganha peso em 2026, primeiro ano de transição da reforma tributária sobre o consumo. A Lei Complementar nº 214/2025 fixou, para este ano, alíquotas de teste de 0,9% para a CBS e de 0,1% para o IBS. Para as empresas que faturam pelo ERP, isso exige sistemas atualizados e validados, capazes de atravessar a transição sem interromper a operação. “Entendo o custo de não atualizar e a importância de métodos e bases de teste ou homologação para garantir o correto funcionamento dos processos-chave”, diz Wilson.
O que muda para quem usa os sistemas da VIASOFT
Para o cliente, a meta é uma experiência mais consistente em todos os momentos da jornada. Segundo Wilson, o suporte deve ganhar níveis de serviço e indicadores de atendimento mais claros. Já quem usa o ambiente Cloud da VIASOFT passa a contar com mais visibilidade sobre a situação do ambiente. A empresa também amplia o acesso ao Portal do Cliente.
Uma TI próxima do negócio depois do go-live
Para Wilson, o valor de um ERP aparece depois do go-live, o dia em que o sistema entra em uso, e depende de uma TI próxima do negócio. “Ao longo da minha carreira, vi empresas em que a TI ficava isolada, distante das decisões e das dificuldades dos usuários. Quando isso acontece, as áreas criam controles e ferramentas paralelas, e a TI fica cada vez mais descolada do negócio, vista apenas como despesa”, afirma.
O tema é central na palestra TI 3.0, que ele apresenta em eventos da VIASOFT. Nela, Wilson defende uma TI que deixa de ser executora de demandas e passa a atuar como parceira da operação. “Depois do go-live, o cliente também precisa acompanhar o uso, capacitar as equipes, revisar processos e manter tudo atualizado. É assim que o ERP deixa de ser uma despesa e passa a apoiar a evolução da empresa, gerando valor”, diz Wilson.

A experiência de ex-cliente é o que Wilson leva para a nova função. “Eu conheço esse valor como ex-cliente e hoje tenho orgulho de ajudar a levá-lo a outras empresas”, resume.
Fundada em 1990, a VIASOFT atua no desenvolvimento e fornecimento de soluções de gestão empresarial para diferentes verticais, com portfólio que inclui ERP, BI, CRM, plataforma de gestão de pessoas e soluções com IA aplicadas à rotina de gestão.
Com a jornada do cliente sob a mesma liderança, a VIASOFT reforça a tese de que software de gestão só cumpre seu papel quando a empresa percebe resultado no uso diário. Esse resultado depende de processos revistos, equipes capacitadas e um parceiro de tecnologia por perto.