Open Banking: Power to the Customer - Por Roger Rossoni - VIASOFT

Roger A. Rossoni é mestre em gestão e desenvolvimento e especialista em investimentos – CEA. Possui experiência com consultoria em gestão e inovação, atualmente é gestor de projetos na fintech Viasoft.

O Open Banking parte do fundamento de que o usuário é dono dos seus dados bancários e  pode, se assim for sua vontade, compartilhar seus dados com outras instituições. Desse modo, espera-se aumentar a competitividade no setor, visto que haverá menor assimetria de informação entre os participantes, tendo como possíveis consequências: a oferta de serviços mais alinhados à necessidade do usuário e o fomento da concorrência.

 A implementação do Open Banking ocorrerá em fases:

  • Na 1ª fase, há o compartilhamento padronizado das informações sobre canais de atendimento, serviços e produtos.
  • Na 2ª fase, o usuário terá controle sob o compartilhamento de seus dados
  • Na 3ª fase, o usuário terá acesso a serviços financeiros em canais alternativos, além dos tradicionais canais das instituições financeiras.
  • Na 4ª fase, além dos dados bancários, o usuário pode compartilhar outros dados, iniciando o chamado Open Finance.

 

Mas quais são as implicações da implementação do Open Banking?

Em termos práticos, espera-se:

Aumento da concorrência

A maior transparência e menor assimetria de informação, visto que os participantes tendem a ter as mesmas informações, tende a fomentar a concorrência.

Exemplo: imagine que você precise de crédito. A instituição financeira “A”, na qual você já é correntista, oferece o crédito em determinadas condições. Com o Open Banking, você pode permitir que a instituição “B” tenha acesso aos seus dados bancários e, com isso, consiga lhe oferecer uma proposta para concorrer com a instituição “A”.

Maior integração entre as instituições

Devido ao uso de APIs abertas, tende a ocorrer o aumento da integração entre instituições, reduzindo custos e burocracia. Além disso, fomenta a inovação no setor, com a possibilidade de ofertar novos serviços e/ou em novos canais e formatos.

Exemplo: imagine cada serviço bancário como uma peça de lego. No futuro, será possível montar o seu “próprio banco” combinando as peças do lego que mais lhe convêm. Além disso, será possível utilizar serviços bancários em diversos canais, como, por exemplo, consultar seu saldo de conta via Instagram e realizar pagamentos via Whatsapp.

 

Serviços e Experiências

Tal movimento tende a fomentar a inovação no ecossistema financeiro. Dentro dessa lógica de ecossistema, os empreendedores devem se atentar quanto ao seu papel no ecossistema:

Caso o projeto siga a lógica de funcionalidade (“peça do lego”), o foco deve ser em prestar o melhor serviço possível.

Exemplo: serviço de adiantamento de salário com base no número de dias trabalhados. A empresa que opera essa funcionalidade, deve buscar otimizar sua operação.

Caso o projeto siga a lógica de plataforma (“conjunto de legos”), o foco deve ser em prestar a melhor experiência possível.

Exemplo: plataforma que integra sua vida financeira e oferece diversas soluções de terceiros. A empresa que operar a plataforma, deve buscar a melhor experiência, com a menor fricção possível com o usuário.

O universo de possibilidades de inovações é extremamente amplo e praticar futurismo é uma tarefa extremamente difícil, mas certamente o Open Banking é um movimento de fomento à concorrência e de empoderamento do cliente.

 

Dentro desse novo contexto de Open Banking e ecossistema financeiro

Como empreendedores, devemos pensar: ”como posso explorar este mercado?”

Como Viasofters, devemos pensar: “como podemos melhorar a vida de nossos clientes?”

 

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